E aí, futuros centenários!
A nossa newsletter semanal voltou e com um formato novo.
Toda semana, quatro coisas:
Uma para entender. Uma para observar em você. Uma para testar. E uma pergunta para levar pro resto da semana.
Os assuntos mudam. Às vezes nem são sobre saúde. Mas sempre coisas que a gente acha que valem o seu tempo.
Bora lá?
Uma coisa para entender
O que sentar no chão diz sobre como sua saúde está
Sente no chão de pernas cruzadas. Agora levante. Sem apoiar a mão, o joelho ou o sofá.
Parece brincadeira de criança, mas virou objeto de estudo. O médico do exercício Claudio Gil Araújo, de uma clínica no Rio, criou uma pontuação para isso: cada movimento vale 5 pontos, e a pessoa perde um ponto a cada apoio que usa. Nota máxima: 10.
Em 2012, ele publicou os resultados de 2.002 pessoas entre 51 e 80 anos, acompanhadas por seis anos. Quem teve as notas mais baixas tinha um risco de morrer de 5 a 6 vezes maior do que quem teve as mais altas. E cada ponto a mais no teste veio junto com 21% menos risco.
No ano passado, veio um estudo maior: mais de 4 mil pessoas, acompanhadas por 12 anos. O padrão se repetiu.
O porém: os estudos mostram associação. O teste funciona como uma fotografia: em 10 segundos, ele mostra uma mistura de força, flexibilidade e equilíbrio que costuma ir embora sem a gente perceber. E os participantes eram pacientes de uma clínica particular.
Por que isso importa pra você viver melhor: levantar do chão sozinho é o tipo de coisa que ninguém valoriza até perder. Força nas pernas, quadril que dobra e equilíbrio se treinam em qualquer idade.
Então pra você guardar de vez: se quiser experimentar, faça perto de um sofá e com alguém por perto. O próprio Araújo diz que o teste foi pensado para ser feito com supervisão. Se tiver dor no joelho ou nas costas, pule.
Uma coisa para observar em você
Quantas vezes você diz “tô cansado”?
Às vezes em voz alta, às vezes só na cabeça. Hoje, conte.
Repare:
Quantas vezes apareceu?
Em que horário?
Era cansaço do corpo, da cabeça ou de alguma pessoa?
Não precisa resolver nada. Só observe. O padrão costuma aparecer sozinho, e às vezes ele tem nome, horário e assunto.
Uma coisa para testar
Um cobertor de 7 quilos
A ideia é simples: o peso distribuído sobre o corpo dá aquela sensação de abraço apertado e ajuda a desacelerar antes de dormir.
E tem estudo. Na Suécia, 120 pessoas com insônia dormiram quatro semanas com um cobertor pesado ou com um leve. No grupo do pesado, 6 em cada 10 tiveram a insônia reduzida pela metade. No do leve, quase ninguém.
Dois poréns, porque a gente gosta de contar a história inteira: todas as pessoas do estudo tinham algum quadro como ansiedade ou depressão. E quando juntam vários estudos, o efeito existe, mas é menor.
Como testar: a Hoomy tem um com 15 noites de teste e devolução do dinheiro, então dá para experimentar sem compromisso. A regra é o cobertor pesar até 10% do seu peso. Custa R$ 578 no Pix.
Sim, um cobertor de 7 quilos às vésperas do verão, eu sei, mas para dormir melhor…
(Não é publi. É uma coisa que está na minha wishlist mesmo.)
Uma pergunta para se fazer
Se amanhã fosse um dia livre, sem ninguém precisando de você, o que você faria?
Repare se a resposta veio rápido ou se você precisou pensar. As duas coisas dizem muito.
Curtiu o novo formato?
Responde este e-mail com o que você achou. A gente lê tudo, e as próximas edições vão ser montadas a partir disso.
E se você conhece alguém que vive dizendo “tô cansado”, reencaminha. Ela vai se reconhecer.
Vida longa 💙
The 100 YEARS Club




